O primeiro-ministro António Costa visitou esta terça-feira as obras da nova linha circular do Metropolitano de Lisboa e manifestou-se confiante que as novas estações e troço estarão concluídos dentro dos prazos.
Recorde-se que as estações de Santos e da Estrela vão integrar a futura linha circular do Metropolitano de Lisboa, ligando-se às atuais linhas verde, através do Cais do Sodré, e amarela, a partir do Rato.
António Costa começou por afirmar que a futura extensão do metro à zona ocidental de Lisboa, mais concretamente a Alcântara, através da linha vermelha, constituirá “uma revolução em termos de mobilidade". Já em relação à futura linha circular, advogou que “terá uma importância crucial para a cidade, porque não se trata apenas de ligar o Rato ao Cais do Sodré, com mais dois quilómetros” de linha.
“Este vai ser um segmento de dois quilómetros que formará um anel e que, pela primeira vez, permitirá criar em Lisboa uma linha circular. Quem estiver em Alvalade e quiser vir para a zona do Rato, não tem de dar a volta que agora se dá. Portanto, as pessoas, sem terem de andar a fazer transbordos, podem circular entre as zonas oriental e ocidental da cidade”, alegou.
Na sua intervenção, o líder do executivo salientou também “o grau de maturidade” da obra de construção das novas estações de metro, embora estejam menos avançados os trabalhos entre Santos e o Cais do Sodré – a parte mais complexa em termos de engenharia.
“Nos prazos previstos, esta obra poderá entrar em funcionamento. É necessário prosseguir e concluir esta obra para melhorar a circulação na cidade e para contribuirmos para enfrentar as alterações climáticas”, declarou.

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