Neste contexto, o mais relevante já não é apenas a venda de equipamentos, mas sim a capacidade de compreender necessidades e desenvolver projetos responsáveis que maximizem a valorização dos resíduos.
É neste enquadramento que a STET, em parceria com a Pronar, se tem afirmado como uma das opções mais fiáveis e competitivas do mercado, particularmente em aplicações relacionadas com Resíduos de Construção e Demolição (RCD).
A valorização de RCD tem como objetivo a produção de agregados reciclados e outras frações reutilizáveis, através de operações de tratamento que garantam qualidade e rastreabilidade.
A necessidade surge, geralmente, de demolições, excedentes de obra ou materiais sem escoamento no mercado. O processo típico inclui:
Os materiais obtidos podem ser aplicados em aterros técnicos, camadas de sub-base, pavimentos de baixa intensidade de tráfego ou recuperação ambiental.
Mais do que equipamentos isolados, o objetivo é oferecer soluções completas, desde o desenho do projeto até ao acompanhamento pós-venda.
Os resíduos verdes provenientes de podas e manutenção de espaços verdes são tratados com o objetivo de reduzir volume e gerar produtos com valor acrescentado.
As principais operações incluem:
Dependendo do volume e características:
Este fluxo pode destinar-se à compostagem ou à valorização energética.
A fração orgânica é tratada através de compostagem aeróbia, com o objetivo de produzir um composto estável e utilizável em contexto agrícola.
O processo inclui:
Equipamentos como os revolvedores Pronar e trommels MPB garantem eficiência e qualidade do produto final. O composto obtido pode ser utilizado como corretivo orgânico, substrato ou material de recuperação de solos.
A gestão de resíduos tornou-se uma prioridade na União Europeia, com metas ambiciosas:
Atualmente, a taxa de reciclagem ronda os 38%, o que demonstra o caminho ainda por percorrer. Portugal, embora em evolução, apresenta atrasos, sobretudo ao nível da eficiência operacional e capacidade industrial. No entanto, o investimento em novas infraestruturas e tecnologias está a acelerar.
As principais tendências incluem:
A Pronar tem-se destacado por uma abordagem centrada na eficiência e adaptação ao cliente.
Principais fatores diferenciadores:
Produção interna da maioria dos componentes, garantindo qualidade e durabilidade;
Soluções para todo o ciclo de valorização de resíduos;
Equipamentos concebidos para rápida implementação e operação intuitiva;
Elevada eficiência energética e baixo custo por tonelada processada.
Num mercado com prazos de entrega prolongados, a disponibilidade em stock constitui uma vantagem estratégica.
Destacam-se:
A aposta em investigação e desenvolvimento tem permitido à Pronar introduzir melhorias significativas, nomeadamente ao nível da eficiência energética, da precisão dos sistemas de separação e do desenvolvimento de soluções à medida, refletindo-se também no reconhecimento internacional dos seus equipamentos. Paralelamente, o setor tem evoluído no sentido da digitalização e da integração de sistemas de telemetria, da redução das emissões e do reforço da versatilidade dos equipamentos, respondendo às crescentes exigências operacionais e ambientais do mercado.
O setor da reciclagem encontra-se numa fase de transformação profunda. A valorização de resíduos deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade estratégica.
O mercado exige:
Neste contexto, a Pronar afirma-se como um parceiro sólido, oferecendo equipamentos fiáveis, versáteis e tecnologicamente avançados.
Num mercado como o português, em plena modernização, a combinação entre disponibilidade imediata, inovação e acompanhamento técnico constitui uma vantagem competitiva determinante — onde a STET, em conjunto com a Pronar, está bem posicionada para liderar esta evolução.


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