Há inaugurações que acrescentam metros quadrados… e outras que acrescentam história. Esta pertence à segunda categoria. A Jofemesa continua a expansão na Península Ibérica com uma nova unidade que reforça a sua presença em Portugal e, ao mesmo tempo, consolida uma forma muito própria de encarar o crescimento: com as pessoas no centro e com uma visão cada vez mais abrangente.
Se Lisboa foi o primeiro passo fora de portas, o Porto confirma que o caminho escolhido tem continuidade. Já não se trata apenas de atravessar uma fronteira, mas de permanecer. De construir. De criar raízes num mercado que começa também a ser sentido como próprio.
Porque a Jofemesa não abre delegações convencionais. Abre espaços onde acontecem coisas. Onde se trabalha, sim, mas também onde se partilha, se aprende e se constroem relações que vão muito além do profissional. E isso voltou a sentir-se desde o primeiro momento na inauguração no Porto.
As novas instalações, concebidas segundo os padrões que a empresa tem vindo a aperfeiçoar nos últimos anos (armazém amplo, oficinas funcionais e escritórios modernos), constituem a base física de um projeto muito mais profundo. Um projeto que, como referiram os diretores executivos durante o evento, entra agora numa nova dimensão: "Hoje inauguramos uma nova unidade da Jofemesa no Porto, mas, acima de tudo, inauguramos uma nova etapa de crescimento, visão e projeção internacional".
As palavras não são casuais. Nem o momento. A empresa passou, em poucos anos, de consolidar a sua presença em várias regiões de Espanha para construir uma verdadeira rede ibérica. E fê-lo sem perder o ritmo, sem acelerar em demasia, mas também sem parar.
"Este passo representa muito mais do que uma abertura física. Representa a consolidação de um projeto construído com esforço, compromisso e uma clara vocação de futuro", sublinharam. E nessa frase cabe grande parte da história recente da Jofemesa.
O Porto, além disso, não é uma escolha aleatória. É território industrial, um nó logístico e um polo de atividade constante. Mas é também um símbolo. "O Porto é estratégico. É ligação, oportunidade e desenvolvimento. E, a partir de hoje, também faz parte do presente e do futuro da Jofemesa". Uma afirmação que posiciona esta nova unidade como peça-chave na estrutura da empresa.
No entanto, para além da estratégia, houve algo que voltou a repetir-se e que já é quase uma marca distintiva em cada inauguração: o protagonismo das pessoas. Equipas vindas de várias delegações, novos profissionais que se juntam ao projeto… todos fazem parte de uma mesma realidade.
Não é um detalhe menor. Num setor onde o foco recai frequentemente sobre a maquinaria, o investimento ou o volume de frota, a Jofemesa insiste em olhar para dentro. Em recordar que tudo começa e termina nas pessoas.
"Queremos agradecer a todas as pessoas que tornaram possível este avanço: equipa, colaboradores, clientes e parceiros que acreditam na nossa forma de trabalhar e de encarar o compromisso", referiram os responsáveis da empresa durante o evento. Uma mensagem direta, sem artificios, mas carregada de significado, com um agradecimento especial a Javier Torrado, responsável por liderar a operação a partir da Andaluzia, impulsionar Lisboa e coordenar a entrada no Porto, onde Helder Borges assume a liderança, acompanhado por uma equipa de profissionais com reconhecida experiência no setor do aluguer de maquinaria.
Esta forma de encarar o negócio — mais próxima, mais humana — explica, em grande medida, a rapidez e solidez do crescimento da empresa. Porque cada nova unidade não é apenas uma expansão geográfica, mas sim a extensão de uma cultura.
Do ponto de vista operacional, a abertura no Porto permitirá melhorar a capacidade de resposta em toda zona norte de Portugal, aproximando os equipamentos dos clientes e otimizando a logística numa região com forte dinamismo nos setores da construção, indústria e serviços. Mas mesmo aqui, no plano técnico, surge novamente o mesmo conceito: proximidade. Proximidade física, mas também proximidade no atendimento, no serviço e na forma de acompanhar o cliente em cada projeto.
O evento deixou ainda espaço para o convívio — momentos que não aparecem nos relatórios, mas que constroem a empresa. Conversas entre equipas, reencontros, novas caras a integrar o grupo… pequenas peças que fazem parte de algo maior.
O Porto junta-se assim a uma rede em crescimento contínuo, que desenha já um mapa claramente ibérico. Um mapa que liga as Astúrias a Lisboa, Madrid ao Porto, Valência ao norte de Portugal. Um mapa que, na verdade, fala de algo mais do que geografia: fala de uma forma de fazer as coisas.
"Continuamos a avançar com a mesma essência de sempre, mas com uma visão cada vez mais ampla, mais forte e mais internacional", concluíram os diretores executivos. E nessa ideia resume-se tudo: crescer sem deixar de ser. Porque a Jofemesa não está apenas a inaugurar instalações. Está a construir um projeto com ambição de futuro, sem esquecer as suas origens. "Continuamos a crescer. Continuamos a construir. Continuamos a olhar longe" é o seu lema. E agora, também, a partir do Porto.
Entre pipas e tradição, o espírito de equipa
A jornada começou com um gesto carregado de simbolismo. Antes de seguir para as novas instalações, a comitiva da Jofemesa visitou um dos grandes ícones do Porto: as históricas Adegas Ferreira, em Vila Nova de Gaia. Ali, entre tonéis centenários que guardam vinhos elaborados a partir de diferentes castas e colheitas, misturadas com precisão quase artesanal, surgiu uma metáfora inevitável: a de uma empresa em que cada delegação contribui com a sua essência para um resultado comum.
A figura da sua fundadora, Antónia Adelaide Ferreira, pioneira e referência incontornável na região, marcou a visita como exemplo de visão, caráter e legado — valores que se ligam ao momento de crescimento vivido pela Jofemesa.
A visita foi o prelúdio ideal para uma jornada que prosseguiu já em ambiente corporativo na nova unidade do Porto, onde, entre photocall, música e reencontros, os participantes desfrutaram de um jantar típico português num ambiente descontraído, reforçando o espírito de equipa que caracteriza a empresa.
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