No seguimento da assembleia eleitoral, realizada no passado dia 29 de abril, foram eleitos os novos órgãos sociais da AICCOPN – Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Nacional, para o mandato do triénio 2026-2028, cuja tomada de posse teve hoje lugar, na sede da associação, no Porto.
Ricardo Gomes tomou posse como presidente da AICCOPN para o triénio 2026-2028. O novo dirigente, que ocupava a vice-presidência da associação desde 2020 e encabeçava a lista única que concorreu ao ato eleitoral, sucede a Manuel Reis Campos, que deixa a liderança da associação ao fim de 21 anos.
A nova estrutura diretiva integra António Carlos Rodrigues e Rui Marques na vice-presidência, além de Francisco Carreira na presidência do Conselho Fiscal. A restante direção é composta por Celeste Campinho, Manuel Maria Teixeira Duarte, Vítor Cardoso, Paulo Portela, Jorge Guerreiro e Pedro Coelho. Já Manuel Reis Campos assume a presidência da Assembleia Geral e do Conselho Geral Associativo.
Com mais de 6 mil empresas associadas, a AICCOPN consolidou, ao longo do último ano, um novo ciclo como associação única e nacional, resultado de um processo histórico de unificação que reforça a coesão do tecido empresarial e garante uma voz comum na defesa dos legítimos interesses das empresas associadas, do setor da construção e do omobiliário, em todo o território.
A consolidação desta nova dimensão associativa permite encarar o futuro com a confiança necessária para responder aos atuais e futuros desafios, assegurando o crescimento do Setor e o seu contributo para o desenvolvimento de uma economia mais competitiva, resiliente e sustentável.
Os próximos tempos serão, certamente, de grande exigência, sendo que a execução dos investimentos previstos no PRR e no PNI 2030, bem como a resolução dos graves problemas habitacionais que o país enfrenta, dependem criticamente de decisões políticas firmes. A AICCOPN assume um papel interventivo na defesa de políticas públicas que combatam a excessiva carga fiscal e a burocracia, fatores que minam a capacidade de resposta das empresas. Paralelamente, o cumprimento das metas europeias de transição energética e de sustentabilidade requer um apoio estratégico que viabilize a descarbonização e a inovação tecnológica, sem comprometer a viabilidade económica do tecido empresarial.
A AICCOPN, enquanto representante única do Setor, continuará a exigir as condições de estabilidade necessárias para que as empresas nacionais possam, efetivamente, construir o futuro que o país ambiciona.
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