Até ao final do mês de maio, o consumo de cimento atingiu 1.713 milhões de toneladas, traduzindo uma evolução positiva de 4,6%, face ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela AICCOPN.
No que respeita ao licenciamento, nos primeiros cinco meses de 2026 foram licenciados 8.350 projetos de construção e reabilitação habitacional, o que traduz uma quebra de 7,4% face ao período homólogo. Em contrapartida, o número de fogos licenciados manteve a tendência de recuperação evidenciada no mês anterior, registando um crescimento homólogo de 3% e totalizando 18.649 alojamentos.
Paralelamente, os indicadores relativos ao financiamento à habitação continuam a refletir um elevado dinamismo. Até maio de 2026, o montante de novo crédito à habitação, excluindo renegociações, ascendeu a 9.969 milhões de euros, o que representa um aumento homólogo de 10,8%. Esta dinâmica ocorreu num contexto de estabilização das taxas de juro em níveis inferiores a 3,1%.
Relativamente à avaliação bancária da habitação, o valor mediano registou, em maio, uma variação homóloga de 17,1%. Este desempenho foi sobretudo sustentado pelo segmento dos apartamentos, cujo valor aumentou 20%, enquanto nas moradias se observou um acréscimo de 13%.
No Alentejo, nos 12 meses terminados em maio de 2026, foram licenciados 946 fogos em construções novas, o que representa uma ligeira quebra de 2% face aos 968 alojamentos licenciados no período homólogo. Do total de fogos licenciados, 15% dizem respeito a tipologias T0 ou T1, 26% a T2, 35% a T3 e 24% a T4 ou superior.

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